terça-feira, 28 de abril de 2015

Sistema Respiratório - Informações

   O nosso sistema respiratório, e o de muitos outros vertebrados terrestres, são do tipo pulmonar e compreendem as vias respiratórias os pulmões.
sistema respiratório humano inicia-se no nariz. Os orifícios nasais comunicam-se com as cavidades nasais, nas quais o ar é umidificado e aquecido. As cavidades nasais apresentam pelos e produzem um muco que proporciona a retenção de partículas nocivas carregadas pelo ar.
     As cavidades nasais comunicam-se com a faringe, que também é componente do sistema digestório. A faringe recebe ar que penetra pelo nariz ou pela boca. E separada da laringe pela epiglote, uma prega que fecha a traqueia durante a deglutição e impede que os alimentos nela penetrem.
  Na laringe encontram-se as pregas vocais (cordas vocais), que vibram com a passagem de ar e contribuem para a produção de sons. A laringe está ligada à traqueia, um tubo formado por anéis cartilaginosos e forrado internamente com células ciliadas, recobertas por muco. Essas células retêm as partículas de pó e substâncias estranhas que entram no sistema respiratório. Os anéis cartilaginosos dão consistência à traqueia e evitam que se feche com a inspiração.
  A traqueia bifurca-se em dois tubos menores, os brônquios, que penetram em cada pulmão (direito e esquerdo), onde se ramificam cada vez mais, formando uma árvore respiratória de tubos cada vez mais finos: os bronquíolos. Os bronquíolos chegam a todas as partes do pulmão e levam o ar aos alvéolos pulmonares, que são minúsculas bolsas, formadas por uma única camada de células achatadas e envolvidas por capilares sanguíneos.

   As trocas gasosas permitem a realização de atividades fisiológicas no organismo. A obtenção de oxigênio é muito importante para o trabalho de todas as nossas células e a eliminação do gás carbônico possibilita a diminuição da acidez do sangue. Para garantir a ocorrência desses processos existe o sistema respiratório.
Vias respiratórias : Faringe, Laringe, Tranqueia, Pulmões e Brônquios

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Boa tarde!

  • Este é blog destinado a conteúdo sobre biologia. Desde assuntos sobre Genética, Ecologia, Evolução, Educação Ambiental e etc. Tem como objetivo socializa conhecimento para todos. A primeira postagem que escolhe para escrever, e socializar é sobre obsolescência programada, um quesito que esta presente na nossa sociedade atual que vem contribuindo muito para o crescimento acelerando dos resíduos sólidos no planeta. A demanda de lixo, hoje é maior que o numero de habitantes.

 Seja bem Vindo a Biologia em Detalhe! 

Obsolescência Programada

Observação: Extraído do Site Planeta Sustentável 

O que é obsolescência programada?

Trata-se de uma estratégia de empresas que programam o tempo de vida útil de seus produtos para que durem menos do que a tecnologia permite. Assim, eles se tornam ultrapassados em pouco tempo, motivando o consumidor a comprar um novo modelo.


Os casos mais comuns de obsolescência programada ocorrem com eletrônicos, eletrodomésticos e automóveis. É algo relativamente novo: até a década de 20, as empresas desenhavam seus produtos para que durassem o máximo possível. A crise econômica de 1929 e a explosão do consumo em massa nos anos 50 mudaram a mentalidade e consagraram essa tática. É uma estratégia "secreta" dos fabricantes para estimular o consumo desenfreado.

VIDA BREVE

Atualmente, a principal justificativa das empresas para criar novos modelos de um produto é o avanço da tecnologia. Mas há quem duvide dessa explicação. O iPad 4 foi lançado apenas sete meses após o 3, por exemplo. Será que houve mesmo tantos progressos em tão pouco tempo? Uma ONG brasileira ligada aos direitos do consumidor chegou a processar a Apple. 



IMPACTO AMBIENTAL
A troca regular de produtos aumenta a produção de lixo. E o lixo eletrônico contém metais pesados que podem contaminar o ambiente. Além disso, a obsolescência programada estimula a produção, o que gera mais gastos de energia e de matérias-primas, além da emissão de poluentes. Antes de trocar seu celular, pense bem: você realmente precisa de outro, só porque é novo?



NA PISTA PRA NEGÓCIO
Hoje, há duas versões do fenômeno. Uma delas é a obsolescência percebida: o consumidor considera o produto que tem em casa "velho" porque novos modelos são lançados a toda hora. Você notou que, mesmo no início de 2013, já era possível comprar um carro versão 2014? Isso desvaloriza modelos anteriores e estimula a troca, mesmo que o veículo de 2013 ainda funcione bem.



UMA IDEIA "BRILHANTE"
O primeiro caso de obsolescência programada registrado é da década de 1920, quando fabricantes de lâmpadas da Europa e dos EUA decidiram, em comum acordo, diminuir a durabilidade de seus produtos de 2,5 mil horas de uso para apenas mil. Assim, as pessoas seriam forçadas a comprar o triplo de quantidade de lâmpadas para suprir a mesma necessidade de luz.



CONTAGEM REGRESSIVA
Outro tipo atual de obsolescência, a funcional, ocorre quando o produto tem sua vida útil abreviada de propósito. O documentário The Light Bulb Conspiracy traz o exemplo de um consumidor dos EUA cuja impressora parou de funcionar - e consertá-la sairia mais caro que comprar uma nova. Ele descobriu que o fabricante incluía um chip que causava a pane após certo número de impressões.



TEORIA DA CONSPIRAÇÃO? 
Para alguns, a obsolescência programada não existe. Alguns especialistas refutam a existência dessa prática. Para eles, os bens de consumo se tornam ultrapassados rapidamente pelo avanço da tecnologia - que dá saltos cada vez maiores. "Foi o caso dos primeiros computadores fabricados em grande escala. Os modelos 1.86 nem chegaram a existir, pois já estava em produção o modelo 2.86", afirma o doutor em marketing Marcos Cortez Campomar, da USP. 
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Consultoria João Paulo Amaral, pesquisador do Instituto Brasileiro de Defesa ao Consumidor (Idec), Gisele da Silva Bonfim, bióloga, e Claudia Marques Rosa, bióloga.